Amazonas mantém situação de emergência nos 62 municípios em meio à estiagem

Governo estadual acompanha os impactos da seca e mantém medidas para prevenir incêndios e reduzir os riscos à população

Manaus (AM), 23 de outubro de 2026 — O Governo do Amazonas mantém a situação de emergência nos 62 municípios do estado em razão dos impactos da estiagem. O cenário exige atenção das autoridades, principalmente diante dos efeitos sobre os rios, o abastecimento de água, o transporte fluvial e as comunidades que dependem dos recursos naturais para suas atividades diárias.

De acordo com as informações divulgadas no boletim estadual, também estão em vigor decretos que proíbem o uso do fogo por 120 dias em todo o território amazonense. A medida busca reduzir o risco de incêndios durante o período de condições climáticas desfavoráveis.

A estiagem pode dificultar o deslocamento de moradores de comunidades ribeirinhas, comprometer o transporte de mercadorias e aumentar os desafios para o fornecimento de água e alimentos em localidades isoladas.

Nesse contexto, o monitoramento dos níveis dos rios e a atuação integrada dos órgãos estaduais e municipais são fundamentais para identificar as áreas mais vulneráveis e direcionar as ações de assistência.

O governo estadual deve manter a população informada sobre a evolução do cenário e as medidas de prevenção. Moradores também precisam observar as orientações das autoridades, especialmente quanto à proibição do uso do fogo e à comunicação de focos de incêndio.

A situação exige acompanhamento contínuo, uma vez que a intensidade dos impactos depende da evolução das condições meteorológicas e hidrológicas nas diferentes regiões do Amazonas.

Fonte: Governo do Estado do Amazonas. Consulte os boletins oficiais para verificar a vigência dos decretos e as medidas de assistência em cada município.

Post Author: Beatriz Costa

Bacharel em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo. Pós-graduação em Publicidade, Propaganda e Mídias Sociais. Editora-chefe do Portal Agro Floresta Amazônia / Revista Agro Floresta Brasil

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *