Nos dias 8 e 9 de outubro, a capital amazonense registrou os piores índices de qualidade do ar do ano, levando instituições de ensino a suspenderem atividades presenciais diante da concentração de fumaça.
Manaus registrou, nos dias 8 e 9 de outubro, os piores índices de qualidade do ar de 2026, chegando a ocupar as primeiras posições nos rankings de poluição do país. O aumento da concentração de fumaça na capital amazonense provocou impactos na rotina da população e levou à suspensão das aulas presenciais em instituições de ensino.
Diante do cenário, a Prefeitura de Manaus, a Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e o Instituto Federal do Amazonas (Ifam) suspenderam as atividades presenciais, conforme as informações divulgadas sobre a situação. A medida buscou reduzir a exposição de estudantes, professores e demais integrantes da comunidade escolar à poluição atmosférica.
O episódio ocorre em meio ao aumento dos focos de queimadas no Amazonas. Dados divulgados pelo portal Rios de Notícias apontam que o estado registrou 1.168 focos de queimada em outubro, com concentração de ocorrências na Região Metropolitana de Manaus.
A fumaça proveniente das queimadas compromete a qualidade do ar e pode provocar irritação nos olhos e nas vias respiratórias, além de agravar problemas de saúde, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias.
O agravamento da poluição reforça a preocupação com os efeitos das queimadas sobre a saúde pública e o funcionamento de serviços essenciais. A situação também evidencia os desafios enfrentados pela capital amazonense durante os períodos de maior concentração de fumaça na região.

