São muitas as expressões que preservam e valorizam a cultura gaúcha

 

Os gaúchos valorizam e preservam suas tradições que fazem parte da sua identidade cultural. Povo conhecido pela sua hospitalidade, solidariedade e principalmente pelo seu tradicionalismo, pois são muitos usos e costumes passados de geração a geração.

Aqui no Sul do país se canta o hino gaúcho com muito orgulho desde pequenino, assim como valoriza a bandeira do Estado, toma chimarrão, anda a cavalo, no mês de setembro vão pilchados a escola, desfilam em seus cavalos no dia 20 de setembro e vicem diariamente sua tradição, tanto no vestir, comer e nas expressões bem gauchescas.

Conheça algumas expressões que são usadas diariamente por eles:

 

Tchê – Uma interjeição usada para chamar a atenção de alguém, semelhante a “ei” ou “ô”. Também pode ser usada para indicar surpresa, concordância ou até mesmo como uma forma de se dirigir a alguém. Pode ser exclamativa!

 

Bah – Uma interjeição que pode expressar diversos sentimentos, como: surpresa, admiração, tristeza, alegria, incredibilidade ou até mesmo descontentamento, dependendo da entonação. O bah é quase um suspiro.

Capaz – Uma expressão que pode indicar surpresa, dúvida ou até mesmo negação, dependendo do contexto do assunto.

Barbaridade – Uma expressão de admiração, espanto ou surpresa, semelhante a “nossa” ou “que absurdo”.

Cacetinho – É como o gaúcho chama o pão francês.

Bergamota – Também chamada de “berga”, é como chamamos a mexerica e a tangerina.

Pila – É o termo usado para o dinheiro, como 5 reais, que significa 5 pila.

Fandango – Vem a ser um baile com música, dança e animação.

Querência – Um termo para o lugar de nascimento ou onde a pessoa se sente em casa ou no seu lar. Sua cidade natal.

Tchê loco – Uma expressão para alguém ousado, corajoso, ou um elogio de brincadeira.

Sinaleira –  É como o gaúcho chama o semáforo.

 

Essas são apenas algumas expressões usados por esse povo cheiro de cultura e tradição que tanto orgulha nosso país, porque ser gaúcho é ser valente e lutar sempre pelo seu chão.

 

Escritora

Márcia Ximenes Nunes

Post Author: Márcia Ximenes Nunes

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