No mês de prevenção contra o câncer de mama, a Repórter Sabrina Marinho entrevistou a agrônoma Daiana Griep, com intuito de dar visibilidade as mulheres do campo e mostrar que a mulher tem estado cada vez mais presente no ramo do agronegócio.
A agrônoma tem 24 anos, solteira e sem filhos, nasceu e cresceu no campo, os pais inicialmente eram produtores de leite, cultivaram fumo e soja, mas nos últimos anos se especializaram na cultura da soja e fazem terminação de gato no inverno, ela relata que por esse contato escolheu fazer agronomia
Atualmente mora em RS-Canguçu para ter maior contato com o campo, com o sol, andar na lavoura, “eu sou apaixonada pelo campo, por ver a lavoura crescendo”, relata a agrônoma. Além de atuar no campo, a agrônoma estagiou e trabalhou com a análise do mercado de commodities. A escolha por essa área se deu por presenciar muitos agricultores tendo dificuldade de comercializar seu produto no melhor momento do mercado.
O amor pelo campo une gerações , uma tradição familiar, os filhos absorvem a experiência vivenciada, tendo em casa um exemplo de empreendedorismo e produção rural , Daiana e tantos outros herdeiros de propriedade rurais já têm em mente o caminho a ser trilhado, hoje a agronoma está começando a empreender, e futuramente vai ser uma das sucessoras do pai junto aos irmãos.
Daiana Griep participou de reuniões e eventos onde em muitos deles ela era a única mulher “eu gosto de usar rosa porque é facilmente identificado que ali tem uma mulher e que a gente está buscando espaço” fala a agrônoma.

