Mário Quintana o “poeta das coisas simples”, ilustre alegretense das letras

 

Poeminha do Contra

“…Todos esses que aí estão

atravancando meu

caminho,

eles passarão…

Eu passarinho!”

 

Mário Quintana nasceu em Alegrete em 30 de julho de 1906, poeta, tradutor e jornalista brasileiro, que veio a falecer em Porto Alegre (RS), em 5 de maio de 1994.

Quintana fez seus primeiros poemas ainda na cidade do Alegrete, em 1919 mudou-se para Porto Alegre, onde estudou no Colégio Militar, publicando ali suas primeiras produções literárias.

 

 

“O poeta das coisas simples” tinha um estilo marcado pela ironia, pela profundidade e pela perfeição técnica, ele trabalhou como jornalista quase toda a sua vida.

Traduziu mais de 130 obras da literatura universal, entre elas “Em busca do tempo perdido” e “Palavras de sangue”. Escreveu muitos livros durante sua vida.

                                  

                                  

“A amizade é um amor que nunca morre”

Quintana era um poeta pertencente à segunda geração do modernismo, é um dos mais importantes poetas brasileiros. Seus poemas eram expressos em uma linguagem simples, mas extremamente poético e revelador dos sentimentos humanos.

Em 1940, publicou seu primeiro livro de poesia, intitulado “A rua dos cataventos”, que contem sonetos de influência parnasiana.

 

“Se as coisas são inatingíveis…ora!

Não é motivo para não querê-las…

Que tristes os caminhos, se não fora

a presença distante das estrelas

Escritora

Márcia Ximenes Nunes

Post Author: Márcia Ximenes Nunes

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