O Centro de Controle de Zoonoses Dr. Carlos Durand, confirmou esta semana mais 14 casos de esporotricose animal na capital, totalizando 18 ocorrências entre gatos e cães.
A doença é classificada como uma zoonose causada por um fungo do gênero Sporothrix, que pode afetar além de animais, também humanos. Em animais, os sintomas mais comuns são feridas profundas na pele (úlceras), que não cicatrizam e se espalham rapidamente.
A principal orientação para os tutores de cães e gatos é que, ao identificar um sintoma sugestivo da doença, façam o isolamento imediato do animal, mantendo-o separado das pessoas no domicílio e, também de outros animais, além de procurar um veterinário de confiança para iniciar o tratamento.
O fungo da esporotricose pode ser transmitido aos animais e às pessoas pelo contato com materiais contaminados, como casca de árvores, palha, farpas, espinhos ou terra. Em contato direto, o animal contaminado transmite a doença por meio de arranhões, mordidas ou contato com a pele lesionada.
Atualmente, 52 ocorrências ainda estão aguardando resultado de exames ou avaliação clínica, o que irá confirmar ou descartar a doença.
Fotos: Valdo Leão / Semcom

