A busca por alternativas mais saudáveis na alimentação tem movimentado, de acordo com a última pesquisa do Euromonitor de 2019, em torno de US$ 35 bilhões por ano no Brasil, sendo considerado o quarto maior mercado do mundo.
É um segmento em franco crescimento e tem atingido todas as categorias, inclusive o de proteína animal e ovos.
“Os consumidores estão mais preocupados com o bem-estar dos animais durante o período de criação, com as boas práticas de fabricação dos frigoríficos e com a nutrição oferecida aos animais. Todos estes fatores têm proporcionado um sistema sustentável e carne de melhor qualidade ao consumidor”, ressalta a coordenadora de Produtos e Trade Marketing, Letícia Lopes Rocha.
Alguns países, principalmente os da União Europeia, tem restringindo a comercialização de produtos oriundos de criações que utilizam promotores de crescimento e antimicrobianos como melhoradores de desempenho. Com o novo cenário de exigências, muitas empresas buscam aditivos naturais como os probióticos e os prebióticos para substituir os promotores de crescimento e os antimicrobianos das rações.
Os probióticos são definidos como microrganismos e podem ser puros ou composto que tem como objetivo beneficiar o animal hospedeiro através de um estímulo de propriedades já existentes na microbiota intestinal e através do balanceamento da flora intestinal.
Já os prebióticos são ingredientes alimentares não digeríveis que beneficiam a saúde do hospedeiro. Os carboidratos denominados oligopolissacarídeos se enquadram na definição e nas características dos prebióticos, que são os frutoligossacarídeos (FOS) ou mananoligossacarídeos (MOS).
“De maneira geral, quando adicionados a nutrição de monogástricos, os probióticos melhoram a produtividade, o ganho de peso e a conversão alimentar”, ressalta Leticia.
*Com informações da assessoria Fotos: Divulgação

