Este estudo aborda a geração de biogás a partir de resíduos do setor vinícola no Rio Grande do Sul, na qual visa a recuperação de energia. Pois é muito importante a energia renovável e a conversão de resíduos orgânicos em fontes de energia, na qual pode reduzir a poluição ambiental.
A relação entre a COP30 e o bagaço da uva gira em torno da sustentabilidade na agricultura, com foco na economia circular e na redução de resíduos.
Representantes do setor vitivinícola do Rio Grande do Sul levaram para a COP30, em Belém, exemplos de como o manejo sustentável e a tecnologia podem transformar o bagaço da uva em novos produtos, agregando valor e diminuindo o impacto ambiental.
Algumas iniciativas e aplicações
O bagaço da uva, um subproduto que representa cerca de 30% do volume de uvas processadas, está sendo estudado e aplicado de diversas formas inovadoras:
– Fertilizante de Alto Desempenho – Pesquisas demonstram que o bagaço pode ser utilizado como matéria-prima para a produção de fertilizantes orgânicos, melhorando a saúde do solo e reduzindo a necessidade de químicos.
– Embalagens Sustentáveis -O resíduo pode ser reaproveitado na produção de embalagens alimentícias sustentáveis, contribuindo para a economia circular no setor.
– Biogás e Bioenergia -O bagaço também pode ser processado para a produção de biogás, uma fonte de energia renovável.
– Cosméticos e Compostos Bioativos -Projetos de “química verde” buscam extrair compostos bioativos do bagaço para uso em cosméticos e outros produtos de alto valor agregado.
Essas iniciativas destacam o potencial do agronegócio brasileiro em adotar práticas de baixo carbono e soluções que valorizam os resíduos, temas centrais nas discussões climáticas da COP30.
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