Equipados contra o coronavírus e na luta pela sobrevivência

Trio venezuelano não descuida com os itens de segurança

 Lutar é o verbo mais conjugado pelos imigrantes venezuelanos que decidiram tentar a sorte na capital amazonense. Em tempos de pandemia, o verbo torna-se ainda mais imprescindível, e a luta passa ser em duas frentes: contra o inimigo invisível e para garantir o pão de cada dia. 

As armas para o combate? Máscaras, luvas e álcool. Assim, devidamente equipados, Oscar Rodrigues, a esposa dele, Jorlenes Carvajal; e o amigo Eduardo, trabalham de forma frenética para atender os condutores que chegam para comprar frutas na Avenida Max Teixeira, na Zona Norte de Manaus.  

“Trabalhamos das 7h até às 17h. À noite temos duas pessoas trabalhando aqui”, avisa Oscar Rodrigues, de 32 anos, que ganha a vida na banca que não “dorme” jamais.

“Aqui, nós trabalhamos direito, com álcool, luvas, máscaras porque o dono do ponto diz que isso é para a nossa segurança e para a segurança dos clientes”, revela Oscar. 

 

Os produtos

 Enquanto atende à reportagem do portal Agro Floresta Amazônia, Oscar corre para levar laranjas para um veículo. Do outro lado, a esposa dele também faz o mesmo, só que vendendo abacaxi, e assim o ritmo de trabalho segue intenso.

 

Rendimento

O movimento é intenso em uma das maiores avenidas da Zona Norte de Manaus

 De acordo com Oscar, dependendo do dia, a equipe chega a faturar de R$ 700 a R$ 800.  “O valor vai dependendo muito do movimento. Alguns dias são melhores que os outros”, explica o venezuelano.

Casos

 Até o momento, o Amazonas já registrou 12 mortes por conta do coronavírus. Um total de 260 casos já foram confirmados pelas autoridades médicas do Estado e há 600 exames no Laboratório Lacen esperando resultado. Diariamente chegam mais e mais exames.

Texto e fotos: Leanderson Lima

 

Post Author: Leanderson Lima

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