A ONU e o Amazonas na pandemia do covid-19
O governador do Amazonas, Wilson Lima, pediu oficialmente ajuda humanitária à Organização das Nações Unidas (ONU), neste momento em que a pandemia do coronavirus devasta o povo amazonense, na pior crise da saúde pública na história da região. Com centenas de óbitos e milhares de contágios pelo vírus, que nasceu na China, e domina o mundo com sua letalidade.
Wilson Lima quer qualquer ajuda de grande porte, para melhorar a saúde da população que padece e conta com essa ajuda neste momento de dor e desalento, onde milhares de amazonenses precisam do apoio da comunidade internacional.
Será que o secretario geral da ONU, o português António Guterres e as demais nações que compõem a instituição, com sede em New York, EUA, se inclinará na direção do Amazonas, e constituirá uma frente de solidariedade, para que possamos sair deste cenário de angústia e desalento?
Esta é a pergunta a ser respondida, imediatamente, por aqueles que defendem a floresta como patrimônio ambiental da humanidade. A floresta em pé sempre, mas com as pessoas que vivem nela saudáveis, e fora do risco mortal do covid-19.
“É agora que a onça bebe água”. Será que seremos ajudados com equipamentos, remédios, profissionais da área médica e divisas fortes para reverter este cenário dramático? ou ficaremos aguardando as notícias de mais devastação da floresta, com incêndios e desmatamentos gigantescos, para que a comunidade internacional se mobilize na defesa da Amazônia?
A resposta está com a ONU. A hora de ajudar o povo do Amazonas é agora.
Antonio Ximenes,
Diretor de Redação
www.agroflorestamazonia.com

