Os municípios de Parintins, Boca do Acre, Humaitá, Apuí, Rio Preto da Eva e Presidente Figueiredo passam a contar com engenheiros agrônomos aprovados no concurso público da Adaf (Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Amazonas).
Eles vão atuar como fiscais agropecuários fixos no interior a partir deste mês. São oito novos fiscais que vão cuidar da defesa vegetal, tanto no cadastro ou fiscalização de agrotóxicos quanto no serviço de vigilância fitossanitária.
“Com os novos servidores da Adaf, a defesa sanitária vegetal se fortalece com engenheiros agrônomos e fiscais técnicos em agropecuária que atuarão em municípios estratégicos, com vocação agrícola, e nos Postos de Fiscalização Agropecuária. Essa atuação visa a identificação, monitoramento, delimitação de pragas quarentenárias e de importância econômica, e no cadastro e fiscalização de revendas de agrotóxicos, contribuindo para a preservação do patrimônio agropecuário e resguardo da saúde pública”, destacou o diretor-presidente da Adaf, Alexandre Araújo.
A fiscalização no interior era feita por fiscais de Manaus que se deslocavam ao interior periodicamente. A presença dos fiscais em cada unidade no interior aproxima a Adaf dos produtores rurais e dos estabelecimentos que comercializam itens agropecuários, além de reforçar a atuação da agência na garantia da preservação do patrimônio vegetal do estado.
A fiscal agropecuária engenheira agrônoma Cristiane da Silva Klehm – que participou do treinamento dos novos fiscais – celebra a ampliação do quadro e ressalta também o papel educativo da Adaf junto ao mercado. A chegada dos novos fiscais da Adaf inicia uma nova fase para a defesa vegetal no estado.
O empresário do ramo agropecuário, Bertoldo Nunes Marques, destacou o fortalecimento da atuação da Adaf, que se reflete na segurança do que chega à mesa do consumidor final.
“Acho importante esse trabalho, tanto como empresário, porque a gente procura cumprir a legislação, quanto como consumidor, porque a gente sabe que vai consumir produtos com controle de agrotóxicos. As legislações e fiscalizações dirigidas a esse segmento eliminaram muito problemas. A gente comia muitos produtos que não obedeciam ao período de carência, recomendação de utilização, e hoje está sendo feito esse trabalho para utilização de agrotóxicos de forma correta”, observou.
*Com informações da assessoria Fotos: Reprodução

