A defesa do General Estevam Theophilo nega atividade de natureza golpista, e que o oficial sempre atuou dentro da legalidade jurídica e da tradição militar de respeito aos seus comandantes, como ensina a cultura de disciplina e respeito à hierarquia do exército brasileiro, durante toda suas atividades à frente do Comando de Operações Terrestres (Coter) e de outros comandos durante seus 45 anos na ativa.
O general prestou depoimento na semana passada sobre a suposta participação na trama de um golpe de Estado. À Polícia Federal, Teophilo teria afirmado que cumpriu ordens do então comandante, general Marco Antônio Freire Gomes, ao se encontrar o com Bolsonaro no Palácio da Alvorada, em dezembro de 2022.
Em nota, esclareceu que “nunca cogitou, nunca participou, nunca colaborou, nunca manifestou e nunca concordou com nenhum ato ou atitude golpista. Assim como, jamais lhe foi exposta ou ordenada nenhuma ação inconstitucional ou que atentasse contra o Estado democrático de direito”.

