Na próxima terça, 30/01, o Comandante do Exército, General de Exército Tomás Miguel Miné Ribeiro Paiva estará no Comando Militar da Amazônia para recepcionar o comboio fluvial de material de emprego militar, composto por viaturas blindadas, equipadas com sistemas de armas remotamente controlados, e meios optrônicos de visão termal e módulos de comando e controle, tudo com o objetivo de incrementar o poder de combate do Comando Militar da Amazônia (CMA).
Os materiais foram transportados por mais de 2.100 quilômetros, desde Campo Grande (MS) até Porto Velho (RO). De lá, após seguirem via fluvial até Manaus, desembarcarão no porto do Centro de Embarcações do Comando Militar da Amazônia (CECMA). Esta entrega faz parte da Operação Roraima, um esforço coordenado por todo o Exército Brasileiro para fortalecer a prontidão operacional e logística na Amazônia Ocidental. A presença significativa de meios blindados destaca a importância de ter tropas de alta mobilidade e poder de fogo, prontas para atuar.
A distância percorrida nesta missão destaca não apenas a complexidade logística, mas também a determinação do Exército Brasileiro em manter uma presença robusta e eficiente na região amazônica.
As viaturas blindadas que chegam a Manaus seguem para Boa Vista-RR, onde serão integradas ao 18º Regimento de Cavalaria Mecanizado (18º RC Mec). Esta unidade substitui o 12º Esquadrão de Cavalaria Mecanizado (12º Esqd C Mec). Após a transformação completa, prevista para 2025, o 18º RC Mec passará a ter três esquadrões de Cavalaria e um efetivo de cerca de 600 militares.
Para a nova unidade, já foram disponibilizadas 16 viaturas blindadas multitarefa (VBMT) 4X4 Guaicurus, equipadas com sistemas de armas remotamente controlados e meios optrônicos de visão termal.
Após a atividade, o Comandante do Exército, acompanhado do Comandante Militar da Amazônia e outras autoridades, deslocar-se-á para Roraima, onde verificará as atividades relacionadas não só à Operação Roraima, como às ações de ajuda humanitária conduzidas pelas Forças Armadas no contexto da Operação
Catrimani, na Terra Indígena Yanomami (TIY).
*com informações da assessoria

