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Seminário reúne representantes de todas as Indicações Geográficas de Café registradas no Brasil

Representantes das 13 Indicações Geográficas (IG) de Café existentes no Brasil se reúnem nesta quinta-feira (23/9) para discutir o aperfeiçoamento do modelo de registro de origem do produto.

Produtores, técnicos, gestores, empresários, estudantes e equipe do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) também participam da programação do 1º Seminário de Indicações Geográficas de Café, que pode ser acompanhado online em tempo real pelo Youtube.

Em uma mensagem em vídeo, a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) destacou a intrínseca relação do Brasil com o café não apenas em questões produtivas, de consumo e exportação, como também históricas e sociais.

O objetivo do 1º Seminário de IGs de Café é aproximar ideais e ações relacionadas ao produto a partir dos diversos atores da cadeia produtiva e industrial. “Aqui formaremos conexões, sendo um relevante meio de disponibilização de informações no intuito de fortalecer e criar laços para o avanço do tema e oportunidades no setor”, ressalta o reitor do Instituto Federal do Sul de Minas, Marcelo Bregagnoli. 

O 1º Seminário de Indicações Geográficas de Café é realizado pelo Mapa, Instituto Federal do Sul de Minas e Sebrae Nacional, a partir de solicitação das IGs de Café.

IGs de Café

O café produzido em uma região de IG possui atributos únicos em relação ao modo de produção, com qualidade superior desde a forma em que é cultivado, colhido, como no aspecto do grão, na procedência, no tipo de preparo, na variedade e em relação à uma história construída, que chega até a mesa do consumidor levando o prazer de uma bebida diferenciada.

Atualmente, existem 13 IGs de café registradas, somando uma região produtora de 419 municípios nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Rondônia, Paraná e Bahia.

*Mapa Fotos: Reprodução 

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