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Planos de combate à queimadas e desmatamento no AM contam com R$ 56 milhões

At the end of the undercurrent Fire Season in the Amazon, Greenpeace registered the destruction left by forest fires, in a region between the states of Amazonas, Acre and Rondônia, in Brazil. Even with the acknowledge that the conservation of socio-biodiversity is essential to world climate, the Amazon presents areas of ashes and still living flames. Forest fires threatens people, animals and expands greenhouse gas emissions. Regardless of the overall decrease of heat focus of 2018, the most critical states in the country presented more fires fires. Ao final da temporada de fogo na Amazônia, o Greenpeace esteve em campo para registrar o estrago deixado pelas queimadas, na região entre os estados do Amazonas, Acre e Rondônia Mesmo com sua reconhecida importância para conservação da sociobiodiversidade e do clima no mundo todo, a Amazônia ainda possui focos ativos de incêndio e áreas de cinzas. O fogo oferece risco às pessoas e aos animais e contribui para engordar as emissões de gases do efeito estufa. Em 2018, apesar da tendência geral de queda no número de focos de calor na Amazônia Legal, estados críticos em desmatamento registraram mais fogo.

O Governo do Amazonas iniciou, neste mês de agosto, a implementação do novo Plano de Prevenção e Controle ao Desmatamento e Queimadas no Amazonas (PPCDQ-AM), que direciona a gestão ambiental do Estado até o ano de 2022. Ao todo, serão empregados R$ 56.186.268,26 em ações de comando e controle, ordenamento territorial e incentivo à bioeconomia. 

O recurso recepcionado pelo Governo do Amazonas corresponde a 13,07% dos recursos da Petrobras destinados aos estados da Amazônia Legal, repatriados da Operação Lava Jato, para ações de educação e meio ambiente. 

“A destinação desses recursos aos estados foi proposta pelos próprios governos da Amazônia Legal, incluindo o Amazonas, que tem como prioridade o combate ao desmatamento e às queimadas. Com mais esse investimento, vamos reforçar a atuação firme contra os crimes ambientais no nosso estado. A integração entre os governos estaduais da região amazônica tem sido fundamental nesse sentido”, afirmou o governador Wilson Lima.

O montante destinado ao Amazonas foi dividido entre as instituições de Estado que possuem atuação direta ou indiretamente relacionada às questões ambientais, entre elas: Sema (Secretaria de Estado do Meio Ambiente), Ipaam  (Instituto de Proteção Ambiental do Amazona), SSP-AM (Secretaria de Segurança Pública), Sepror (Secretaria de Produção Rural), Idam  (Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Amazonas) e a Sect (Secretaria das Cidades e Territórios).

O objetivo da descentralização de recursos é integrar as secretarias do Estado para a resolução de gargalos ambientais, segundo o secretaria de Estado do Meio Ambiente, Eduardo Taveira. 

“O Sistema de Meio Ambiente do Amazonas é composto pela Sema, que faz a política ambiental e o Ipaam, que é responsável pela execução dessa política, em especial o licenciamento e a fiscalização. Mas a ação ambiental do Estado é maior que essas duas instituições e, por isso, o Governo está integrando as pastas para ir além das soluções imediatistas”, afirmou.

 

 

*Com informações da assessoria Fotos:Diego Peres- Secom e Reprodução 

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