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Operação Jaguaretê já está em curso e reforça combate ao crime nas fronteiras brasileiras

O Exército Brasileiro deu início à Operação Jaguaretê, uma ampla ofensiva de combate aos crimes transfronteiriços que mobiliza tropas em toda a faixa de fronteira do país, da Região Sul à Amazônia. Coordenada pelo Comando Militar do Oeste (CMO), em Campo Grande (MS), a operação reúne efetivos e recursos voltados ao enfrentamento do tráfico de drogas, contrabando, descaminho, tráfico de armas e outros ilícitos que atuam nas áreas de fronteira.

As ações estão sendo executadas de forma integrada com diversos órgãos de segurança pública, entre eles a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Receita Federal, polícias estaduais e outras agências de inteligência. O objetivo é ampliar a presença do Estado em regiões estratégicas, fortalecer a vigilância e dificultar a atuação das organizações criminosas que utilizam as fronteiras brasileiras como rota para atividades ilegais.

Em Mato Grosso do Sul, onde está instalado o centro de coordenação da operação, o planejamento contempla a atuação das principais brigadas subordinadas ao Comando Militar do Oeste, com apoio do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron). A operação também se estende para unidades militares em outros estados, incluindo Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso e Rondônia.

As tropas realizam patrulhamentos terrestres e fluviais, instalação de postos de bloqueio, fiscalização de veículos, embarcações e pessoas, além de ações preventivas e repressivas voltadas ao combate ao tráfico de drogas, contrabando, descaminho e crimes ambientais. A coordenação entre as forças busca evitar sobreposição de operações e garantir maior eficiência nas ações de inteligência e fiscalização.

Segundo o Comando Militar do Oeste, a Operação Jaguaretê representa uma nova estratégia do Exército para reforçar a segurança nas fronteiras brasileiras, priorizando a integração entre as Forças Armadas e os órgãos de segurança pública. A expectativa é ampliar a capacidade de resposta do Estado em uma das regiões mais sensíveis para o enfrentamento ao crime organizado no país.

 

 

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