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O frio chegou intenso aqui no Rio Grande do Sul, onde os gaúchos precisam sair cedo de casa “quebrando geada” como se fala por aqui

 

O frio já chegou trazendo aquele vento gelado e temperaturas abaixo de zero grau. Quem precisa levantar bem cedo para ir trabalhar como as pessoas que trabalham no campo que levantam às 5 horas da manhã, os peões de estância, alambradores, agricultores, caseiros e muitos outros como o padeiro que pega cedo no serviço para que o pão chegue quentinho na sua casa no café da manhã. Esses trabalhadores saem de casa “quebrando geada” como se fala por aqui nos pampas gaúchos.

De manhã levantamos da cama e nos vestimos bem rápido para não sentirmos tanto frio que percorre dos pés à cabeça e nem pegar uma gripe. Precisamos nos abrigar bem colocando luvas, chapéus, boinas, toucas, camisa térmica, cachecol, meias de lã, botas e saímos para enfrentar esse frio.

Quem trabalha no campo e nas estâncias, já levanta fazendo um fogo de chão, um foguinho na lareira e gravetos no fogão a lenha, onde já colocamos uma água pra esquentar enquanto cevamos o chimarrão, que nos aquece muito nesse frio.

Para enfrentarmos o frio, os estudantes levam sua mantinha para a escola, passamos o dia tomando café, chá, capuccino, chocolate quente e o nosso chimarrão o dia inteiro.

Por aqui a geada deixa os campos, gramados, carros, árvores e telhados tudo branquinho de gelo, até os riachos pequenos viram gelo e quando o sol aparece até os animais ficam mais felizes. Por isso temos que sair quebrando geada, pois temos que ir para os trabalhos, escolas e universidades não importando a temperatura do dia, seja ela de zero grau.

 

Chegou à hora de darmos uma olhada no nosso guarda-roupa e tirarmos aqueles agasalhos que você não usa mais e fica apenas guardado no armário e doarmos para as pessoas que estão passando frio, e precisam de roupas e cobertores

Doe roupas, cobertores e alimentos assim você estará fazendo o bem ao próximo e principalmente a si mesmo sendo solidário com os outros e tendo empatia com os mais necessitados.

Escritora

Márcia Ximenes Nunes

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