Era muito comum antigamente na nossa infância termos amoreiras no quintal de nossas casas, naquela época as casas tinham variedades de árvores plantada no pátio das casas como a laranjeira, limoeiro, bergamoteira, mamoeiro, pitangueira e a famosa amoreira, na qual comíamos a frutinha diretamente do pé da árvore e entravamos pra dentro de casa direto para o banho, porque ficávamos com o rosto, as mãos e a roupa toda manchada de roxo, tempos bons que não voltam mais.

O Estado gaúcho é o maior produtor de amora- preta do Brasil, com destaque para os municípios como o de Cachoeira do Sul, na qual é o maior produtor e área plantada, Anta Gorda possui o maior número de unidades produtoras. Mas essa cultura está crescendo muito em várias regiões do Sul, como em Encruzilhada do Sul, Feliz e Vacaria.
O Rio Grande do Sul é o maior produtor segundo dados da Embrapa, e essa cultura possui um ótimo potencial de mercado.
Entre as variedades adaptadas, a Embrapa desenvolveu cultivares como a BRS Terena (mais doce, para in natura) e a BRS Ticuna (para processamento como geleias e sucos) que impulsionam a produção e o lucro dos agricultores gaúchos.
O Estado lidera em área plantada (47,2%) e produção (52,4%), com destaque para cultivar Tupy.
A amora tem alto valor no mercado, além de ser usada em geleias, sucos, também é muito usada em sorvetes, picolé, vinhos, cervejas, cachaça, tortas, muffins, cheesecake, balas, chocolate, iogurtes, strudel e outras variedades de doces.