“Cinco divisões, juntamente com as forças da Marinha israelense, estão operando simultaneamente ao sul da linha de defesa avançada no sul do Líbano, a fim de desmantelar os locais de infraestrutura terrorista do Hezbollah e evitar ameaças diretas às comunidades no norte de Israel”, disseram os militares em uma declaração que acompanha o mapa.
Questionados se as pessoas que fugiram dos ataques israelenses teriam permissão para voltar para suas casas, os militares israelenses não quiseram comentar.
Os civis libaneses conseguiram acessar alguns dos vilarejos que estão dentro ou além da linha estabelecida por Israel, mas as forças israelenses ainda impedem que as pessoas cheguem à maioria deles ao sul da linha, disse uma fonte de segurança libanesa.
O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, disse neste domingo que as casas na fronteira ocupadas pelo Hezbollah serão demolidas e que “qualquer estrutura que ameace nossos soldados e qualquer estrada suspeita de (estar plantada com) explosivos deve ser imediatamente destruída”.
O Líbano foi arrastado para a guerra no Oriente Médio em 2 de março, quando o Hezbollah abriu fogo em apoio a Teerã, provocando uma ofensiva israelense que matou mais de 2.100 pessoas, incluindo 177 crianças, e forçou a fuga de mais de 1,2 milhão de pessoas, segundo as autoridades libanesas.
O Hezbollah não divulgou seus números de vítimas. Pelo menos 400 de seus combatentes foram mortos até o final de março, de acordo com fontes próximas ao grupo.
O Hezbollah disparou centenas de foguetes e drones contra Israel. Seus ataques mataram dois civis em Israel, enquanto 15 soldados israelenses morreram no Líbano, segundo Israel.
Fonte: G1