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Alegrete a capital da tradição gaúcha

Uma administração municipal que valoriza a vida do campo, agricultura e nossas tradições

 

Tradicionalismo é passar de pai para filho nossos usos e costumes, nossas tradições, ensinar o que é ser gaúcho de verdade, honrar nossos antepassados, cultuar nossas tradições, desde o chimarrão até a gineteada, valorizar nossas danças, tiro de laço, músicas gaúchas, vestir bota e bombacha com todo o orgulho que temos dentro de nós, enfim, ser tradicionalista é ter orgulho de nascer no Rio Grande do Sul e cantarmos o hino do Rio Grande desde os 2 anos de idade.

 

A cidade mais gaúcha do mundo, com um prefeito tradicionalista, Márcio Fonseca do Amaral.

“…A cultura gaúcha tem como berço a região da Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul, a qual juntamente com Uruguai e parte da Argentina estão irmanadas pelo culto à tradição, com seus hábitos e costumes que caracterizam muito bem o modo de vida tão peculiar deste povo transfronteiriço.

 

Cultura esta, disseminada, em especial, através dos Centros de Tradições Gaúchas (CTGs) espalhados mundo afora, e do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), este reconhecido pela ONU como um dos maiores movimentos socioculturais de todo nosso planeta.

O Alegrete foi sede da 3ª Capital Farroupilha e aqui foi redigida a 1ª carta de Constituição Republicana no Brasil. É lugar de paisagens épicas desenhadas no Bioma Pampa, palco de batalhas da Revolução Farroupilha, da Revolução de 30 e berço de grandes homens, como Oswaldo Aranha, Rui Ramos, João Saldanha e tantos outros.

Uma cidade que tem combinação ímpar de riquezas naturais, história e cultura, com seus rios, balneários, museus, praças, igrejas, casarões antigos, estâncias centenárias e paisagens de belezas raras, além é claro, da gastronomia típica campeira, como o tradicional churrasco e o carreteiro de charque.

Aqui vivem os gaúchos tradicionais que respiram a tradição durante os 365 dias do ano, que de forma geral e diariamente vestem bombacha, botas, poncho, chapéu e lenço no pescoço, andam com o costumeiro mate amargo em mãos, que na lida campeira mostram a destreza no manejo com os animais e que possuem o orgulho pelas manifestações artísticas e sua história.

 

Atividades estas exaltadas ainda mais durante a Semana Farroupilha com seu Desfile do Gaúcho no 20 de Setembro, sendo este o maior desfile de cavalarianos do Brasil, e talvez do mundo.

Mas o Alegrete também caracteriza-se pelo permanente e harmônico diálogo entre o campo e a cidade.

 

 Nossos maiores vultos na literatura são essencialmente urbanos, como Mário Quintana e Sérgio Faraco. Foi em Alegrete que a dança encontrou força em todos os seus estilos. Aqui surgiu o Dança Alegre, que fez escola com grandes expressões nacionais e internacionais. Nas artes plásticas, no esporte com o EFIPAN ou em eventos como o Canto Farroupilha, a Exposição Agropecuária e outros do setor primário, exibimos uma identidade própria, vasta e diversa.

Entre a Fronteira e o Pampa Gaúcho, onde se localiza a nossa cidade, temos um grande potencial turístico a ser fomentado e explorado. Além do povo hospitaleiro desta terra e do apelo histórico e cultural tão valorizados por quem conhece ou deseja conhecer de perto a rica historiografia sul-riograndense, o Alegrete tem muito mais a oferecer.

 

 Está entre as cidades com maior PIB agropecuário do Estado, tem na pecuária a genética que produz a melhor carne do país, tanto bovina como ovina, matéria prima principal da gastronomia local, e na agricultura com suas lavouras altamente tecnológicas e a reservação de água nas barragens que possibilitaram o município ser um dos maiores produtores de arroz do país. Ainda avançam as lavouras de soja e milho e a produção de leite, mel e a agroindústria também se destacam no município. Tudo isso, aliado ao grande potencial de geração de energias alternativas, tanto a eólica, quanto a biomassa e fotovoltaica que já são realidades, colocam o município num patamar com possibilidades, de forma organizada e planejada, de atrair turistas e oferecer experiências únicas, impulsionando assim o desenvolvimento do setor (indústria sem chaminé), gerando oportunidades de emprego e renda, fortalecendo e contribuindo com toda a economia local…”

 

 

 

Escritora

Márcia Ximenes Nunes

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